Louvor em Rimas Vol. 2 | JAMV Records

Disco 09

Louvor em Rimas Vol. 2

Em breve. 19 faixas que atravessam a historia do Rei, a cruz e a ressurreicao. Rap como escolha de estilo, evangelho como mensagem, louvor como proposito.

Capa do álbum Louvor em Rimas Vol. 2

Sobre o disco

A historia do Rei em 19 faixas

Louvor em Rimas Vol. 2 e a continuacao direta do primeiro volume, expandindo o conceito de rap cristão narrativo. Enquanto o Vol. 1 trazia salmos e louvores mais diretos, esse segundo volume assume uma proposta narrativa mais ambiciosa: contar a historia biblica do Rei, passando pelo deserto da tentacao, a cruz, o tumulo vazio e a ressurreicao, ate temas de fe, proposito e eternidade que atravessam todo o Antigo e Novo Testamento.

Sao 19 faixas, cada uma baseada em uma passagem ou tema biblico especifico, do jejum de Jesus no deserto (Mateus 4) a ressurreicao de Lazaro (Joao 11), da parabola da vaidade em Eclesiastes ao Salmo 139. A batida muda de faixa pra faixa, do boom bap classico a producoes mais atmosfericas, mas a mensagem central se mantem: rap como escolha de estilo, evangelho como mensagem, louvor como proposito.

O álbum está em fase de pré-lançamento. Você pode fazer o pré-save agora e ser avisado assim que as faixas estiverem disponíveis em todas as plataformas.

Lançamento

Ficha do disco

Lançamento: em breve (pré-save disponível)
Gênero: Rap cristão / Louvor
Faixas: 19
Selo: JAMV Records

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Faixas e letras

As 19 faixas do álbum

O álbum ainda não foi lançado. As letras já disponíveis estão abaixo; a parte de áudio abre assim que o disco sair.

01. A História do Verdadeiro Rei
Do céu pra eterno O plano traçado A história do rei que desceu Pra curar o quebrado Não foi no palácio de ouro e riqueza O rei do universo nasceu na pobreza A manjedoura foi o berço escolhido Pra mostrar que o menor não é esquecido Cresceu carpinteiro, as mãos na madeira Preparando o caminho pra vida inteira O Deus infinito vestido de homem Trazendo a verdade que os séculos somem O tempo chegou A voz no deserto avisou O filho de Deus O seu povo encontrou Do berço de paolha até a cruz de madeira Ele veio salvar a humanidade inteira O sangue comprou quem estava perdido O filho de Deus por nós foi ferido A luz do mundo acabou de nascer Na festa de cana a água virou vinho Mostrando que a graça mudava o caminho Com pães e dois peixes a fome parou A fé multiplicou o que ele tocou O mar se aditou, o vento bateu Mas ele andou sobre a água e venceu O cego viu a luz, o morto levantou Onde o mestre pisava a vida brotou A glória e o poder em cada cidade A cura do corpo e a cura da alma Do berço de paolha até a cruz de madeira Ele veio salvar a humanidade inteira O sangue comprou quem estava perdido O filho de Deus por nós foi ferido O dono do mundo mostrou o seu poder Mas a luz incomoda quem vive no engano A inveja do homem cruzou com o plano Vendido por prata, traído e julgado Cordeiro perfeito foi condenado, apanhou calado A coroa de espinhos, levantador pra mudar os caminhos Pregado na cruz, o céu escureceu Entregou o espírito e a terra tremeu Está consumado, a sua voz ecoou O véu do templo de cima abaixo rasgou Do berço de paolha até a cruz de madeira Ele veio salvar a humanidade inteira O sangue comprou quem estava perdido O filho de Deus por nós foi ferido O preço da nossa vida ele pagou Desceu a silêncio, túmulo fechado O inimigo achou que ele estava acabado A pedra pesada, a guarda romana Mas não existe morte que a Deus engana O domingo chegou, a terra vibrou O anjo desceu e a pedra rolou O túmulo aberto, o corpo não tá lá O leão da tribo de judá vivo está A morte não pôde segurar o autor da vida A dívida foi paga, a vitória garantida Do berço de paolha até a cruz de madeira Ele veio salvar a humanidade inteira O sangue comprou quem estava perdido O filho de Deus por nós foi ferido O rei ressuscitou pra sempre reinar A história não acabou, ele vive E ele vai voltar
02. Quarenta Dias no Deserto
[Intro] Quarenta dias. Quarenta noites. Só a areia e o silêncio. O corpo fraco. O espírito pronto. [Verso 1] Quarenta dias de silêncio, a carne sente a dor A fome bate forte, mas o foco é no Senhor O deserto é um teste, a solidão não cega A mente está firme, o Filho não se entrega O inimigo se aproxima na fraqueza do momento Trazendo a armadilha escondida pelo vento Ele sabe o que oferece, ele sabe como agir Mas a rocha é pesada demais pra destruir [Pré-Refrão] A guerra não é física, a batalha é na mente Três portas de engano pra tentar o Inocente Mas a Palavra é a espada, a defesa absoluta O sangue real não se vende na disputa [Refrão] Não é só de pão que o homem vai viver! É de toda palavra que de Deus proceder! Não tenta o Senhor, não dobra o joelho! A verdade de Cristo quebra qualquer espelho! (Ele é a rocha que não vai ceder!) [Verso 2] Primeiro o ataque na fome: "Transforma a pedra em pão" Mas a glória não se vende pra matar a sensação Segundo ataque no ego: "Pula lá do alto" "Deixa o anjo te segurar antes do asfalto" Antes do chão! A fé não é um jogo de loucura e vaidade Deus não é testado para provar majestade Terceiro ataque no poder: "Eu te dou todo o reinado" "Basta que diante de mim você fique prostrado" [Ponte] Vai embora, inimigo. Porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás. O mundo já é Dele. O preço será pago na cruz. [Clímax] Retira-te! Só a Deus toda glória! No deserto seco, Ele marcou a história! Venceu a tentação, esmagou a serpente! O Filho de Deus abriu o caminho pra gente! (Só a Ele servirás!) [Outro] O inimigo fugiu. Os anjos desceram. A missão começou.
03. O Sangue Desceu no Calvário
[Intro] Ao Gólgota. O lugar da caveira. O céu escureceu ao meio-dia. O preço mais alto da história. [Verso 1] Levando a cruz pesada nas costas, o corpo sangrando no chão A coroa não era de ouro, era de dor e aflição Os cravos rasgaram a carne, o sangue desceu no madeiro O Rei do universo calado, morrendo como um prisioneiro A multidão grita de ódio, zombando da Sua coroa Mas Ele olha pro céu e pede que o Pai os perdoa O peso do mundo nas costas, o pecado de toda a gente O Cordeiro perfeito e puro, pagando a conta do crente [Pré-Refrão] As trevas cobriram a terra, o sol escondeu o seu brilho O Pai virou o Seu rosto pra dor do Seu próprio Filho O preço do nosso resgate cravado naquela madeira A cruz não foi o final, a cruz foi a nossa bandeira [Refrão] O sangue desceu no Calvário! O sacrifício é real! O Cordeiro sem mancha venceu a força do mal! O amor foi pregado na cruz, a dor que a gente não sente! A ponte pra Deus foi aberta, pra sempre, pra toda a gente! (O sangue pagou o resgate!) [Verso 2] Sede no corpo ferido, o vinagre na boca secou Mas a obra já estava pronta, o plano não fracassou Ele levanta a cabeça, a respiração vai falhar Mas a última frase que sai faz todo o mal se calar "Está consumado!" Ele grita, entregando o Seu espírito a Deus O chão estremece na hora, a terra conhece os Seus A rocha se parte no meio, o medo domina o lugar O que era impossível pro homem, Ele acabou de quebrar [Ponte] Dentro do templo, o véu separava o homem de Deus. Lugar santíssimo. Ninguém podia entrar. Mas de cima a baixo, a mão invisível rasgou o véu. O caminho está aberto. [Clímax] O véu rasgou! A porta abriu! A glória de Deus se expandiu! Não tem mais barreira, não tem mais altar! O sangue de Cristo deixou a gente entrar! (O caminho é vivo! O caminho é a cruz!) [Outro] Ele entregou a vida. Pra nos dar vida.
04. O Túmulo Está Vazio o Rei Vive
[Intro] Sexta-feira a terra tremeu, o céu ficou escuro Colocaram o Rei da vida atrás de um grande muro [Verso 1] A pedra era pesada, o selo era romano Acharam que podiam parar o grande plano Os guardas na porta, armados de poder Mas o homem não decide o que Deus vai fazer O domingo amanhece, o tempo está contado O inferno comemora, mas já foi derrotado [Pré-Refrão] A terra treme de novo, um clarão rasga o céu O anjo desce da glória cumprindo o seu papel Os soldados caem no chão como mortos de pavor A pedra rola pra longe, abrindo o corredor [Refrão] O túmulo está vazio! A morte perdeu a guerra! O Rei ressuscitou e o Seu poder enche a terra! Não tem selo de homem que segure o Senhor! A coroa de espinhos virou coroa de esplendor! (Ele vive! Ele reina!) [Verso 2] As mulheres chegam cedo, chorando na missão Trazendo o perfume com dor no coração Mas a porta está aberta, o corpo não está lá Onde está o Mestre? Quem pode explicar? O anjo olha pra elas, trazendo a direção O medo vai embora, começa a redenção [Ponte] Por que vocês buscam entre os mortos Aquele que vive? Ele não está aqui. Ele ressuscitou, como havia dito. Lembrem das palavras Dele. O sangue comprou a vida. [Clímax] A cruz está vazia! O túmulo está vazio! A luz venceu a treva e acabou com o frio! A morte foi tragada pela força da cruz! Todo joelho se dobra ao nome de Jesus! (O Cordeiro venceu! O Leão de Judá!) [Outro] Ele vive. A história mudou pra sempre.
05. A Sétima Taça
[Intro] O céu escureceu. O livro foi aberto. Avisa que o tempo acabou. [Verso 1] Primeiro selo quebrado, o cavalo branco vem Acharam que era paz, mas o fim é o que ele tem O cenário muda, o vermelho traz a guerra Fome no cavalo preto, a morte varre a terra Olho pro alto, a primeira trombeta toca Fogo misturado com sangue, a natureza chora O mundo inteiro agora virando pó O orgulho do homem desfazendo num só nó [Pré-Refrão] Avisa pro sistema que o juízo é real Não tem dinheiro na conta que te livre do final Quando o mar virar sangue e a estrela cair Onde é que o mundo vai tentar se esconder? [Refrão] O céu rasgou, a trombeta tocou! A sétima taça do juízo derramou! A Babilônia cai, a estrutura não aguenta! Mas quem tem a marca de Deus, a fé sustenta! [Verso 2] O mar perde a cor, a água vira terror A estrela cai do céu e espalha a sua dor O desespero bate forte na porta da gente Mas o peso aumenta quando a taça vira na frente Ferida no corpo de quem a mentira seguiu O sol queima a pele, a escuridão surgiu O falso império em ruínas caindo do trono O mundo todo descobrindo quem é o verdadeiro Dono [Pré-Refrão] Avisa pro sistema que o juízo é real Não tem dinheiro na conta que te livre do final Quando o mar virar sangue e a estrela cair Onde é que o mundo vai tentar se esconder? [Refrão] O céu rasgou, a trombeta tocou! A sétima taça do juízo derramou! A Babilônia cai, a estrutura não aguenta! Mas quem tem a marca de Deus, a fé sustenta! [Ponte] O rio secou, o exército se armou Mas o Leão da Tribo de Judá já venceu A terra treme de um jeito que nunca se viu O novo céu é o prêmio de quem não caiu [Refrão Final] O céu rasgou, a trombeta tocou! A sétima taça do juízo derramou! A Babilônia cai, a estrutura não aguenta! Mas quem tem a marca de Deus, a fé sustenta! [Outro] As trombetas. As taças. A volta do Rei. Tudo se cumpriu.
06. Lázaro
[Intro] Quatro dias. O tempo passou. O corpo esfriou. A esperança acabou. A morte levou o amigo. [Verso 1] O recado foi dado, mas o Mestre demorou A doença foi forte, o coração parou Marta chora na porta, Maria chora no chão Quatro dias no túmulo, sem ter solução O cheiro de morte domina o lugar A pedra fechou e não dá pra voltar A família lamenta o fim da jornada Mas o relógio de Deus não se atrasa por nada [Pré-Refrão] Jesus chega na cena, o choro é real Ele sente a dor, com um amor sem igual As lágrimas caem do rosto do Rei Mas a morte não pode mudar a Sua lei [Refrão] Tira a pedra do caminho! A luz vai entrar! O impossível é o palco pra Deus operar! A voz de comando faz o mundo tremer! Lázaro, vem para fora! É hora de viver! (A morte se curva ao Seu poder!) [Verso 2] A multidão duvida: "Já cheira mal, Senhor" Mas Ele é a vida, Ele é o Criador A pedra rola pesada, o túmulo está aberto O milagre se mostra no meio do deserto O inferno se cala, o espírito escuta A ordem divina que vence a disputa [Ponte] Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Lázaro, vem para fora! [Clímax] O morto levanta! O lençol cai no chão! A vida pulsa de novo no coração! Tira as ataduras! Deixa o homem andar! O dono do mundo acabou de falar! (A morte não pôde segurar!) [Outro] Desamarrem ele. A glória é de Deus.
07. Castelo de Areia
[Intro] Eu cheguei no topo da montanha. Olhei pra baixo... e não tinha nada. Tudo é ilusão. [Verso 1] A coroa de ouro pesa mais do que você pensa Eu tenho a sabedoria, o cofre, a recompensa Construí palácios, jardins e monumentos Mas no fim do dia, eu tô correndo atrás do vento O dinheiro na conta não preenche o vazio O palácio é quente, mas por dentro eu sinto frio Muita gente em volta, e a solidão do lado O homem mais rico do mundo se sentindo quebrado [Pré-Refrão] Olhei pra obra das minhas mãos, pra tudo que eu fiz Me perguntei olhando o espelho: "Isso é ser feliz?" O sábio e o tolo vão pro mesmo buraco A morte não pergunta se o seu terno é caro ou barato [Refrão] Vaidade, vaidade, tudo é vaidade! Construindo um castelo de areia na cidade! A prata não preenche, o ouro não dá paz Correr atrás do vento é o que a ilusão te faz! [Verso 2] Fiz minhas escolhas, misturei a minha fé Buscando o prazer pra ver se a alma fica de pé Vinho importado nas taças de cristal Mas a dor no meio do luxo é um veneno letal De que adianta o mundo te chamar de mestre Se quando a luz apaga é a tristeza que te veste? Vou deixar meu império pra quem não suou a testa Quando a vida acaba, me diz, o que é que resta? [Pré-Refrão] Olhei pra obra das minhas mãos, pra tudo que eu fiz Me perguntei olhando o espelho: "Isso é ser feliz?" O sábio e o tolo vão pro mesmo buraco A morte não pergunta se o seu terno é caro ou barato [Refrão] Vaidade, vaidade, tudo é vaidade! Construindo um castelo de areia na cidade! A prata não preenche, o ouro não dá paz Correr atrás do vento é o que a ilusão te faz! [Ponte] De tudo o que se ouviu, escuta o final Respeita o Criador, afasta a mente do mal Porque o corpo volta pro pó de onde ele veio E a alma volta pra Quem fez o mundo inteiro [Refrão Final] Vaidade, vaidade, tudo é vaidade! Construindo um castelo de areia na cidade! A prata não preenche, o ouro não dá paz Correr atrás do vento é o que a ilusão te faz! [Outro] A coroa pesa. O ouro perde o brilho. A verdadeira riqueza... Não tá no cofre.
08. O Anjo Desceu Primeiro
[Intro] O decreto tá assinado. [Verso 1] Eles tramam no escuro, invejam minha luz Querem me ver no chão, tentar apagar quem me conduz Trinta dias de lei, a ordem do rei tá marcada Mas minha janela tá aberta, minha rotina não para Três vezes ao dia, com o rosto no chão Eles acham que me pegaram, não sabem a minha visão O sistema tenta impor o que eu devo adorar Mas prefiro a cova fria do que me curvar [Pré-Refrão] Eles abriram a cova, soltaram a fera Acham que é o fim, que encerrou minha era O rei perdeu o sono, a maldade sorriu Mas esqueceram do Deus que o sistema não viu [Refrão] Pode jogar na cova, o anjo desceu primeiro! Fechou a boca do leão, eu descanso sem ter medo! O decreto do sistema não tira a minha coroa Eles queriam minha queda, mas minha fé não recua! [Verso 2] Na madrugada fria, olho nos olhos da morte O leão tá faminto, mas sabe quem é o mais forte Não toquei na espada, não precisei revidar O silêncio do justo faz o inimigo calar A armadilha deles falha quando a base é leal Armaram contra mim e caíram no próprio mal Quando o sol nascer e a pedra rolar O rei vai ver que eu tô vivo, pronto pra governar [Pré-Refrão] Eles abriram a cova, soltaram a fera Acham que é o fim, que encerrou minha era O rei perdeu o sono, a maldade sorriu Mas esqueceram do Deus que o sistema não viu [Refrão] Pode jogar na cova, o anjo desceu primeiro! Fechou a boca do leão, eu descanso sem ter medo! O decreto do sistema não tira a minha coroa Eles queriam minha queda, mas minha fé não recua! [Ponte] A pedra rolou... Pode olhar pra mim, pode ver que eu tô de pé Nenhum arranhão na pele, é a blindagem da fé O inimigo que cavou, é ele quem vai cair Eu não precisei gritar pro sistema me ouvir [Refrão Final] Pode jogar na cova, o anjo desceu primeiro! Fechou a boca do leão, eu descanso sem ter medo! O decreto do sistema não tira a minha coroa Eles queriam minha queda, mas minha fé não recua! [Outro] O joelho não dobra. A cova tá vazia. O leão virou travesseiro. A fé não negocia.
09. O Teu Amor me Alcança
[Intro] Não dá pra esconder. Ele sabe quem eu sou. Sonda o meu coração. [Verso 1] Tu me sondas, Senhor, e me conheces por dentro Sabe quando eu sento e entende o meu pensamento Antes da palavra chegar na minha boca O Senhor já ouviu minha voz quando fico em silêncio Cercado por trás e também pela frente A Tua mão tá sobre mim, guiando a minha mente É algo tão grande que não dá pra alcançar Não adianta correr, não adianta disfarçar [Pré-Refrão] Pra onde eu irei? Pra onde eu vou fugir? Se eu subir no céu, o Senhor já tá ali Se eu fizer minha cama no lugar mais escuro A Tua luz desce e quebra qualquer muro [Refrão] Tu me sondas, me conheces, sabe tudo de mim! O Teu amor me alcança, o Teu cuidado não tem fim! Mesmo na escuridão, pra Ti a noite brilha! Sou obra das Tuas mãos, e a minha fé não vacila! [Verso 2] Tu formaste o meu corpo antes de eu nascer Lá no ventre da minha mãe, fez a vida acontecer Os meus dias já estavam escritos no Teu livro Por isso que eu te adoro, por isso que eu tô vivo Os Teus pensamentos são mais que a areia do mar Quando eu acordo, o Senhor ainda tá no meu lar Sonda o meu coração, vê se tem algo ruim Me guia no caminho certo até chegar o fim [Pré-Refrão] Pra onde eu irei? Pra onde eu vou fugir? Se eu subir no céu, o Senhor já tá ali Se eu fizer minha cama no lugar mais escuro A Tua luz desce e quebra qualquer muro [Refrão] Tu me sondas, me conheces, sabe tudo de mim! O Teu amor me alcança, o Teu cuidado não tem fim! Mesmo na escuridão, pra Ti a noite brilha! Sou obra das Tuas mãos, e a minha fé não vacila! [Ponte] Pode a noite tentar esconder o meu rosto Mas o Senhor ilumina e tira todo o meu peso A Tua presença é a paz que eu sempre quis Longe do sistema, perto da raiz [Refrão Final] Tu me sondas, me conheces, sabe tudo de mim! O Teu amor me alcança, o Teu cuidado não tem fim! Mesmo na escuridão, pra Ti a noite brilha! Sou obra das Tuas mãos, e a minha fé não vacila! [Outro] Sonda-me. Conhece o meu coração. O caminho eterno. Tudo é Teu.
10. A Nossa Armadura
[Verso 1] Luzes da cidade pela janela de vidro Tanto conforto, mas me sinto perdido Corro atrás do vento no asfalto Tudo é vaidade quando olho do alto [Pré-Refrão] Minha alma tenta lembrar o que importa Quando a solidão bate na minha porta A vida é um sopro que logo acaba Mas a Sua graça nunca desaba [Refrão] Canta, minha alma, e não esquece De quem te perdoa e quem te cura Nesse mundo de luxo que logo apodrece Só a Sua bondade é a nossa armadura (O resto é vazio que não perdura) [Verso 2] Como um pai que abraça o seu filho Ele sabe que nós somos apenas poeira O dinheiro, a fama e todo esse brilho Vão sumir como uma luz passageira [Pré-Refrão] Minha alma tenta lembrar o que importa Quando a solidão bate na minha porta A vida é um sopro que logo acaba Mas a Sua graça nunca desaba [Refrão] Canta, minha alma, e não esquece De quem te perdoa e quem te cura Nesse mundo de luxo que logo apodrece Só a Sua bondade é a nossa armadura (O resto é vazio que não perdura) [Ponte] Ele tira a nossa vida do fundo do poço Quando o orgulho vira um grande destroço Tão longe quanto o leste fica do oeste Ele joga fora a culpa que nos veste [Clímax] Ele limpa a alma e o que resta! Não é o ouro que nos salva! Não é a prata que nos basta! É o amor que nos resgata! [Outro] Canta, minha alma. (O resto é vazio)
11. Prosperidade
[Refrão] Eu plantei na seca e colhi cem por cento! Prosperando no meio do isolamento! Os poços que entulharam, hoje eu vou reabrir! É riqueza do Alto, a crise não vai medir! [Verso 1] O cenário é de escassez, a fome tá na terra O povo tá fugindo, o sistema se desespera Disseram pra eu descer, buscar refúgio lá fora Mas a Voz me segurou: é aqui a sua hora! Gerar tá em colapso, o deserto cobrando Enquanto o mundo chora, eu tô arando e trabalhando O solo tá infértil pro olho de quem desiste Mas a minha confiança na Palavra resiste [Pré-Refrão] Eles olham pro céu, esperando o sinal Eu olho pro projeto, quebro o protocolo geral Quem planta na fartura, tem o que o mundo tem Mas quem planta na seca, vai muito mais além! [Refrão] Eu plantei na seca e colhi cem por cento! Prosperando no meio do isolamento! Os poços que entulharam, hoje eu vou reabrir! É riqueza do Alto, a crise não vai medir! [Verso 2] A inveja dos vizinhos começou a barulhar Viram meu patrimônio, tentaram me expulsar Falaram: ficou forte demais pro nosso espaço Mal sabem que o segredo não tá na força do braço Mudei pro vale, cavei a terra de novo Acharam água viva, o milagre pro meu povo Vieram arrumar briga, fecharam o nosso poço Eu continuei na luta, Deus tira a corda do pescoço [Ponte] O poço de Reobote o inimigo não tocou Porque o espaço é amplo e a promessa se firmou Se a economia trava, a minha fé não se abala Quem dita a minha colheita é o Deus que nunca falha [Refrão Final] Eu plantei na seca e colhi cem por cento! Prosperando no meio do isolamento! Os poços que entulharam, hoje eu vou reabrir! É riqueza do Alto, a crise não vai medir! [Outro] A semente na terra. O poço jorrando. Cem vezes mais. É o deserto prosperando.
12. Você Sabe Quem Eu Sou
[Verso 1] Eu deito na cama de lençóis caros Mas o sono foge, os sonhos são raros Você conhece cada passo que eu dou Mesmo quando finjo ser quem não sou Onde eu me escondo nesse apartamento? Se tudo que eu compro é levado ao vento [Pré-Refrão] Se eu subo ao topo do prédio mais alto Ou se eu desço ao fundo, no frio do asfalto Não existe lugar que a Sua luz não alcance Mesmo quando a vida parece sem chance [Refrão] Você me sonda e sabe quem eu sou Vê o vazio que o dinheiro deixou Cercado de luxo, mas preso na dor Eu tento fugir, mas me encontra, Senhor (A riqueza não compra o que tem valor) [Verso 2] Eu olho pro espelho e vejo o desgaste Tanta coisa inútil que a gente junta e arrasta Você já sabia os meus dias antes de existirem E eu gastando o tempo com coisas que só iludem Para onde eu vou fugir do Seu espírito? Se até no meu silêncio, Você é o único abrigo [Ponte] A noite brilha como o dia pra Você E tudo que é falso começa a ceder As telas de vidro não podem esconder A alma vazia que tenta viver [Clímax] Nenhum ouro me esconde! Nenhum luxo me salva! Sua mão me alcança! Sua verdade me acalma! (Tudo é vaidade sem a Sua presença!) [Outro] Você sabe quem eu sou. (E isso basta)
13. Sonda o Meu Coração
[Intro] O mundo diz pra seguir o que a gente sente. Mas a mente falha e engana a gente. [Verso 1] O peito é falso, a emoção traiçoeira A gente erra o alvo a vida inteira Acha que tá certo no meio do erro E acaba caindo no próprio cativeiro O conselho do mundo é seguir a vontade Mas só a Palavra traz a verdade O homem confia no próprio caminho E acaba sozinho, perdido no ninho [Pré-Refrão] Quem pode olhar o fundo do peito? Quem acha que é forte e não tem defeito? A nossa intenção é falha e vazia Sem o Senhor guiando o dia [Refrão] Enganoso é o coração, mais que todas as coisas! Não confie no que sente, as vontades são loucas! A carne corrompe, a mente desvia! Só a Palavra de Deus nos guia! (Só a Palavra nos guia!) [Verso 2] A gente deseja o que não convém E machuca os outros fazendo o mal também O filtro humano não enxerga o pecado E o homem caminha pro lado errado Não dá pra pautar a vida no instinto O erro disfarçado de um sentimento lindo Se o rumo da vida depende de nós A gente se perde escutando a própria voz [Ponte] Jeremias, capítulo dezessete. Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas. E perverso. Quem o conhecerá? Eu, o Senhor, sondo o coração. [Clímax] Tira o orgulho do peito! Endireita o nosso caminho! Não é o que eu quero, é o que Deus quer! A verdade firme que fica de pé! (Sonda o meu coração!) [Outro] Sonda o meu coração.
14. O Seu Tempo
[Intro] Tudo que nasce um dia vai voltar pro pó. Debaixo do sol, o relógio não tem dó. Correr atrás do vento é correr sozinho. [Verso 1] A gente corre contra o tempo pra tentar chegar Mas não sabe nem o dia em que a vida vai parar Acumula tanta coisa que não vai levar Constrói castelo na areia pro mar derrubar O homem sofre por aquilo que não pode ter Esquece que a vaidade cega o próprio ser Tudo é vaidade debaixo desse céu O orgulho do homem é um castelo de papel [Pré-Refrão] Você não muda as horas do relógio de Deus Ele escreve a história e cuida dos Seus A ansiedade tenta roubar a nossa paz Mas quem confia espera e não olha pra trás [Refrão] Há um tempo pra tudo debaixo do sol! Quem controla o ponteiro é o grande Farol! Tempo de choro, tempo de sorrir! Tudo é vaidade pra quem tenta fugir! (Espera no Senhor!) [Verso 2] Tem o tempo de plantar e o tempo de colher Tem o tempo de abraçar e o tempo de perder A gente quer a resposta pra ontem de manhã Mas a pressa só destrói e a mente fica vã O luxo não compra um segundo a mais A glória do homem sempre fica pra trás Aceitar a estação é provar a nossa fé É saber que no deserto Deus nos mantém de pé [Ponte] Eclesiastes, capítulo três. Tudo tem o seu tempo determinado. E há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Tudo o que Deus faz durará eternamente. [Clímax] Deixa o tempo de Deus trabalhar! A semente precisa da terra pra brotar! Não apressa o relógio, não perde a visão! O controle de tudo está na Sua mão! (O controle é de Deus!) [Refrão Final] Há um tempo pra tudo debaixo do sol! Quem controla o ponteiro é o grande Farol! Tempo de choro, tempo de sorrir! Tudo é vaidade pra quem tenta fugir! (Espera no Senhor!) [Outro] O Seu tempo é perfeito.
15. Lâmpadas e Espigas
O campo está plantado, a noite está caindo Quem parece certo talvez esteja mentindo O inimigo passou e plantou a semente ruim No meio do campo o joio cresce até o fim Parece com trigo, engana a visão Mas não tem raiz, não dá pão, é só ilusão O mestre falou pra deixar os dois crescer Na hora certa o fogo vai separar e dizer Quem é de verdade, quem é falsidade A colheita não falha, revela a verdade O tempo está passando, a porta vai fechar O noivo está vindo, não dá pra recuar Quem tem azeite acende a luz Quem vive de engano não vê Jesus Acorda pra vida, meia noite chegou O joio pro fogo, o trigo o mestre guardou Não falta azeite pra quem vigiou A porta fechou pra quem não se preparou O noivo chegou O noivo chegou Dez moças esperando a lâmpada na mão Cinco com azeite, cinco na ilusão O sono bateu, a noite ficou escura O grito ecoou, rasgando a amargura As loucas pediram, mas não dava pra emprestar A salvação é sua, não dá pra comprar Correram pra feira, tentaram dar um jeito Mas quando voltaram, bateram no peito Deixai crescer ambos juntos até a colheita E a meia noite ouviu-se um clamor Aí vem o noivo, a porta se fechou Ele disse em verdade, vos digo que não vos conheço Acorda pra vida, meia noite chegou O joio pro fogo, o trigo o mestre guardou Não falta azeite pra quem vigiou A porta fechou pra quem não se preparou O noivo chegou O noivo chegou O fogo consome a raiz da mentira Guarda o teu olho, cuidado com a luz O campo é o mundo e a colheita é Jesus O celeiro está pronto O azeite está guardado
16. O Toque da Fé
Doze anos de dor Doze anos de choro A esperança acabando Mas a fé falou mais alto Doze anos sofrendo A vida escorrendo no chão Todo dinheiro gasto Sem achar a solução A medicina do homem Não pôde curar a ferida A lidez impura Rejeitada pela vida Mas ela ouviu falar Do homem de Nazaré Que curava os doentes E levantava pela fé A multidão apertava O caminho era estreito Mas a vontade de viver Queimava dentro do peito Ela pensou consigo mesmo Eu só preciso tocar Na barra do seu manto A minha dor vai parar Rompendo o medo e o povo Ela estendeu a mão Um toque de coragem Pra mudar a situação Se eu apenas tocar no seu manto O meu choro vai virar Um novo canto A fé que abre um muro A fé é rasgador O milagre acontece No toque de amor Quem toca com fé Recebe do Senhor A mão tocou na roupa E o sangue parou na hora A doença foi embora Começou a nova história Mas Jesus parou O passo no meio da multidão Quem tocou na minha roupa E chamou a minha atenção Os amigos falaram Tem tanta gente apertando Mas o mestre Sabia que o poder estava curando Ela caiu de joelhos Confessando a verdade Tremendo de respeito Diante da majestade Filha, tua fé te salvou Vai em paz E fica livre do teu mal Se eu apenas tocar no seu manto O meu choro vai virar Um novo canto A fé que abre um muro A fé é rasgador O milagre acontece No toque de amor Quem toca com fé Recebe do Senhor Um toque verdadeiro A dor acabou A glória é de Deus
17. Água Viva
O sol do meio-dia, o cansaço da rotina A sede que nenhuma água da terra pode matar O jarro pesado, o passo cansado no chão Buscando água no poço na mesma direção Tentando esconder as marcas do seu passado Um coração vazio, ferido e quebrado Chegando perto da água, um homem estava lá Pediu um pouco pra beber, começou a conversar Ele quebrou a regra, falou com quem ninguém falava Conhecia a sua história e a sede que a matava Quem bebe dessa água a sede vai voltar a ter Mas quem bebe da minha nunca mais vai perecer É uma fonte que jorra direto pra vida eterna A cura que levanta e a paz que governa Me dá dessa água pra eu não ter mais sede A água viva que derruba a parede O mundo tenta encher, mas o poço tá furado Só Jesus mata a sede do coração cansado Me dá dessa água, Senhor Ele olhou nos olhos dela e revelou toda a verdade Os segredos escondidos no meio da cidade Já lantou beber da fonte de outros amores Mas só encontrou vazio, decepção e dores A água dos homens não lava a alma fria A fonte de Jesus é a luz que alivia Ela largou o jarro e correu pra anunciar Que o salvador da vida tinha acabado de chegar Se alguém tem sede, venha me beber Rios de água viva vão fluir do interior A fonte está aberta Me dá dessa água pra eu não ter mais sede A água viva que derruba a parede O mundo tenta encher, mas o poço tá furado Só Jesus mata a sede do coração cansado Me dá dessa água, Senhor A fonte não seca A sede acabou A água da vida nos salvou
18. Ruth
A terra seca, a dor da despedida Onde tudo parece o fim E Deus começa uma nova vida A fome castigou, a morte visitou o lar Noemi sem marido e sem filhos pra abraçar Chegou a hora de voltar pra sua nação Mandou as noras irem buscar outra direção Orphan chorou, deu um beijo e foi embora Mas Ruth ficou firme e mudou a sua história Deixou o seu povo, deixou que era seu Pra seguir a Noemi e adorar o nosso Deus Aonde você for, eu também vou caminhar Onde você dormir, eu também vou repousar O seu povo é o meu, não importa a dor O seu Deus agora é o meu Senhor Lealdade que não quebra no meio da aflição A fé que abre a porta de uma nova nação Quem deixa tudo pra trás por amor à verdade Encontra o favor e a real fidelidade O resgate chegou Chegando em Belém, foi trabalhar no campo Juntando os restos de trigo em cada canto Não tinha preguiça, não tinha vaidade Trabalhando duro com muita humildade O dono da terra viu a sua postura Boas estendeu a mão com ternura O resgatador mudou o seu destino De uma viúva pobre pra mãe de um menino E dessa semente nasceu o rei Dávid O plano de Deus ninguém pode impedir De um campo de trigo para a linha de Jesus A lealdade de Ruth aponta para a luz Lealdade que não quebra no meio da aflição A fé que abre a porta de uma nova nação Quem deixa tudo pra trás por amor à verdade Encontra o favor e a real fidelidade O resgate chegou A fidelidade venceu A semente brotou A glória é de Deus
19. Louvem ao Senhor
[Intro] O recado é curto. O recado é pra todos. Não importa de onde você vem. O chamado é um só. [Verso 1] De leste a oeste, do norte ao sul Debaixo da chuva ou no céu azul Povos e línguas, prestem atenção O chamado ecoa em cada nação Não importa a cor, não importa o lugar O Criador do mundo chama pra adorar Deixa o orgulho, abaixa a cabeça Antes que a força do homem padeça Todos os povos, levantem a voz O Rei do universo olha por nós [Pré-Refrão] Porque o amor Dele por nós é gigante Uma graça real, um poder constante A verdade de Deus não muda com o tempo Ela fica de pé e derruba o vento [Refrão] Louvem ao Senhor, todas as nações! Exaltem Seu nome, todos os corações! O Seu amor leal por nós é profundo! A Sua fidelidade sustenta o mundo! (Para sempre Ele reina!) [Verso 2] O tempo passa, os anos vão embora Mas a palavra Dele é viva agora O homem promete e depois se arrepende Mas a verdade de Deus ninguém prende O menor salmo, a maior mensagem O amor que resgata a nossa viagem Não tem fronteira, não tem barreira A Sua bondade é a nossa bandeira [Ponte] Louvem o Senhor, todas as nações. Porque a sua bondade é grande para conosco. E a sua verdade dura para sempre. Aleluia. [Clímax] Toda língua vai confessar! Todo joelho vai se dobrar! O amor é gigante, a verdade é a luz! Toda a glória pro nome de Jesus! (Louvem o Seu nome! Aleluia!) [Outro] A verdade dura para sempre. Para sempre.

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